POLÍTICA E CULTURA!

1. Há muita gente que reclama da prefeitura investir pesadamente em cultura. Cidade da Musica, Centro de Coreografia, Centro de Referencia da Musica Carioca, Lonas Culturais, Planetário 1 e agora Planetário 2, Rede de Teatros, Cidade do Samba, Centro de Tradições Nordestinas, Recuperação de Igrejas, Edições e reedições… e centenas de programas de todos os tipos e alcances.

2. Políticos de grande tradição -muitos falecidos e pouco vivos- dizem que governo investir em cultura é um erro político. Para eles, a atividade artística é caracterizadamente individual -cada cabeça uma sentença- e que sempre que se investe de um lado há centenas de outros lados reclamando. E, portanto o desgaste político é inevitável.

3. Todos eles minimizam os orçamentos em cultura. Outros deixam que as empresas estatais patrocinem sem caracterizar uma política de governo para evitar desgaste.

4. Já se viu de tudo nestes anos todos para trás. E até recentemente -no atual governo federal- com um ministro que oscila entre ser ministro e fazer shows, com cachê muito maior do que recebia antes de ser ministro. Mas a consagração dessa anti-política cultural, foi o “selinho a trois” aberto para ser fotografado, como quem diz… liberou geral… antes, durante e depois do carnaval.

5. A Prefeitura do Rio continua investindo e apostando que independente de polemicas e desgastes, há que se equipar a cidade para reafirmar sua centralidade cultural, há que abrir espaços a novos talentos, há que se criar “platéia”. Vem aí a Cidade da Musica cujos detalhes e finalizações foram definidas durante este Carnaval, em Luxemburgo e na França.

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